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Vereadores canditados

Pecê Almeida Junior é jornalista e publicitário

VEREADORES CANDIDATOS

Pelo menos dois vereadores de Montes Claros, como a coluna já vem antecipando há mais de um ano, deverão ser candidatos nas eleições de 2026. Rodrigo Cadeirante tentará uma cadeira na Assembleia Legislativa. Por enquanto, será candidato pelo União Brasil, fazendo dobradinha com Marcelo Freitas. Cadeirante terá Freitas como candidato federal exclusivo, embora Freitas também deva dobrar com outros nomes para deputado estadual. Já Carol Figueiredo (PL), que também é suplente de deputada estadual, tentará desta vez uma vaga na Câmara dos Deputados. Ela aposta no eleitor bolsonarista de Montes Claros, o mesmo segmento em que também confia Marcelo Freitas, além do potencial de puxador de votos de Nikolas Ferreira, que tende a ampliar ainda mais a bancada federal do campo conservador em 2026, repetindo ou até superando o desempenho de 2022. Um terceiro vereador, Igor Dias (PRD), articula sua pré-campanha, mas ainda não decidiu se realmente voltará a disputar as urnas neste ano.

DANIEL COM LENINHA

Após apoiar candidatos a deputado estadual de seu partido nas últimas eleições, e ele próprio ter disputado uma vaga na Assembleia em alguns pleitos, o vereador Daniel Dias (PCdoB) decidiu apoiar a reeleição de Leninha (PT) em 2026. Segundo Daniel, é importante que o campo da esquerda em Montes Claros caminhe unido com Leninha, que foi majoritária na cidade em 2018 e quase repetiu o feito em 2022, ficando a poucos votos do primeiro colocado, Gil Pereira (PSD). Para deputado federal, Daniel Dias segue apoiando o ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Wadson Ribeiro.

SIMÕES ESPANTA REPUBLICANOS

No momento em que precisa consolidar apoios para crescer nas pesquisas de intenção de voto ao Governo de Minas, o vice-governador Mateus Simões, que assumirá o comando do Estado a partir do próximo dia 22, praticamente assegurou, com uma declaração, a saída do Republicanos de sua chapa. Ao comentar a pré-candidatura do senador Cleitinho, do Republicanos, ao Governo de Minas, Simões afirmou que o partido terá de explicar aos mineiros as denúncias que envolvem seu presidente, Euclydes Pettersen, na CPMI do INSS. Com isso, se o Republicanos já não demonstrava disposição para apoiar o candidato de Zema, a situação agora parece ter se tornado irreversível.

CHAPA PRÓPRIA

O Republicanos poderá disputar o Governo de Minas com chapa puro-sangue, tendo Cleitinho na cabeça e o presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Luís Eduardo Falcão, prefeito de Patos de Minas, como vice. Um indicativo de que Cleitinho será mesmo candidato a governador é o anúncio de que seus irmãos, também políticos, o prefeito de Divinópolis, Gledson Azevedo, e o deputado estadual Eduardo Azevedo, estão deixando seus partidos, PL e Novo, respectivamente, para acompanhar o senador no Republicanos. Eduardo será candidato à reeleição, enquanto Gledson tentará uma vaga na Câmara dos Deputados.

ARO GARANTE UNIÃO E PP

Mesmo com a troca no comando do União Brasil em Minas, que saiu do controle do deputado federal Marcelo Freitas e passou para as mãos de um aliado de primeira hora do senador Rodrigo Pacheco, possível candidato ao governo mineiro, o deputado federal Rodrigo de Castro, o secretário de Estado Marcelo Aro, do PP e pré-candidato ao Senado, garante que a federação formada por União Brasil e PP apoiará Mateus Simões (PSD) ao Governo de Minas. Em entrevista a uma rádio da capital, Aro afirmou ter recebido essa garantia dos presidentes nacionais das siglas, Antônio Rueda e Ciro Nogueira. Ambos, porém, até o momento, não confirmaram nem desmentiram a declaração.

RODRIGO NO PSB

Pelo sim, pelo não, aliados de Rodrigo Pacheco, entre eles ex-prefeitos que articulam uma chapa municipalista para fortalecer candidaturas a deputado federal, estão se filiando em peso ao PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin. Caso se filie ao União Brasil, Pacheco terá legenda para disputar o Governo de Minas. O partido tende a eleger mais deputados federais com um nome próprio na disputa pelo Palácio Tiradentes do que apenas apoiando outra candidatura. No entanto, se esse cenário não estiver completamente definido até o fechamento da janela partidária, Rodrigo Pacheco deverá optar pelo PSB. Aliás, uma fonte da coluna em Brasília garante que o senador já bateu o martelo e será mesmo o candidato do presidente Lula ao Governo de Minas.

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