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Infraestrutura

Pecê Almeida é jornalista e publicitário.

INFRAESTRUTURA

As fortes chuvas dos últimos dias escancararam, mais uma vez, a fragilidade da infraestrutura urbana de Montes Claros. O problema de drenagem no entorno da Igreja Rosa Mística e nas proximidades do Parque Sagarana não foi resolvido nem mesmo após obras recentes. Nos bairros periféricos, bastam poucos minutos de chuva para os alagamentos aparecerem.

REAÇÃO

A reação já chegou à Câmara Municipal, inclusive entre vereadores aliados do prefeito, que são os primeiros a ouvir as cobranças da população. Os buracos, que haviam praticamente saído do imaginário da cidade em determinado momento do governo Humberto Souto, voltaram a fazer parte da paisagem. É claro que, sob chuva intensa, não há solução imediata e tapar buracos nesse período é jogar dinheiro fora. Mas que, no longo período de estiagem que sempre marca Montes Claros, sejam feitas intervenções definitivas e não apenas paliativas. O orçamento cresceu. Os problemas históricos precisam começar a diminuir.

POLIESPORTIVO

Outro ponto que exige solução urgente são as goteiras no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. Não foi a primeira vez que jogos do Montes Claros Vôlei, transmitidos em rede nacional, precisaram ser interrompidos por causa de infiltrações. Nesse sábado (21), aconteceu novamente. Para uma cidade que é a quinta maior de Minas e mantém há mais de 15 anos um time nas principais competições nacionais, o mínimo esperado é um ginásio realmente coberto e funcional.

POLIESPORTIVO II

Chamado de elefante branco quando foi construído pelo ex-prefeito Luiz Tadeu Leite, o Poliesportivo provou sua importância. Sem ele, Montes Claros simplesmente não teria condições de receber eventos esportivos de grande porte. Mas obra pública exige manutenção constante. Iluminação, banheiros, pintura e, principalmente, o telhado precisam de atenção permanente. Goteira não pode virar paisagem nem piada recorrente.

FEDERAÇÃO PT-PSOL

O PSOL deve integrar a Federação Brasil da Esperança, ao lado de PT, PCdoB e PV, já nas eleições deste ano. A movimentação atende, inclusive, a uma condição defendida pelo ministro e deputado federal licenciado Guilherme Boulos para permanecer no partido. Em Minas Gerais, a mudança resolve um problema eleitoral evidente. Na federação atual com a Rede Sustentabilidade, dificilmente o partido alcançaria quociente suficiente para eleger três deputados federais. Ao lado do PT, o cenário muda. Duda Salabert, que deve retornar ao PSOL, Célia Xakriabá e Bella Gonçalves, que vai tentar trocar Belo Horizonte por Brasília, passam a ter caminho mais viável para a Câmara dos Deputados.

FEDERAÇÃO PT-PSOL II

E não será surpresa se as três, com pautas amplas e forte presença nas redes sociais, alcancem votações expressivas em Montes Claros. Duda Salabert consolidou apoio junto à comunidade LGBTQIAPN+ do Norte de Minas e ampliou vínculos locais desde a eleição. Bella Gonçalves conta com o apoio da presidente do DCE da Unimontes, Carol Caldeira, que desponta como nova liderança e merece atenção. Já Célia Xakriabá, nascida em São João das Missões, mantém vínculos históricos com a agroecologia e com entidades como o Centro de Agricultura Alternativa, onde iniciou a sua trajetória profissional.

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