{"id":2556,"date":"2026-02-28T10:40:34","date_gmt":"2026-02-28T13:40:34","guid":{"rendered":"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/?p=2556"},"modified":"2026-02-28T10:57:15","modified_gmt":"2026-02-28T13:57:15","slug":"epamig-desenvolve-projeto-para-expandir-o-cultivo-de-arroz-de-terras-altas-no-jequitinhonha-e-no-norte-de-minas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/?p=2556","title":{"rendered":"Epamig\u00a0desenvolve projeto para expandir o cultivo de arroz de terras altas no Jequitinhonha e no Norte de Minas"},"content":{"rendered":"<h2><strong>&#8216;SemeArroz&#8217; estuda diversifica\u00e7\u00e3o da planta\u00e7\u00e3o do gr\u00e3o em locais mais secos e fortalece a agricultura familiar no estado<\/strong><\/h2>\n<figure id=\"attachment_2557\" aria-describedby=\"caption-attachment-2557\" style=\"width: 1063px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2557\" src=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Arroz_de_sequeiro_Erasmo_Pereira_Igor_Rocha_EPAMIG-300x112.jpg\" alt=\"\" width=\"1063\" height=\"397\" srcset=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Arroz_de_sequeiro_Erasmo_Pereira_Igor_Rocha_EPAMIG-300x112.jpg 300w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Arroz_de_sequeiro_Erasmo_Pereira_Igor_Rocha_EPAMIG-768x286.jpg 768w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Arroz_de_sequeiro_Erasmo_Pereira_Igor_Rocha_EPAMIG.jpg 940w\" sizes=\"(max-width: 1063px) 100vw, 1063px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2557\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Erasmo Reis\/Epamig e Igor Rocha\/Epamig<\/figcaption><\/figure>\n<p>Um projeto da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.epamig.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.epamig.br\/&amp;source=gmail&amp;ust=1772370946082000&amp;usg=AOvVaw1cN9rbN9mp9AZNz2DGy-yK\">Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (Epamig)<\/a>\u00a0tem desenvolvido estudos para expandir\u00a0o cultivo de arroz em terras altas,\u00a0diversificando o tipo de solo do gr\u00e3o, que estava mais presente em v\u00e1rzeas inundadas no estado.<\/p>\n<p>O projeto &#8220;SemeArroz&#8221;\u00a0\u00e9 um desdobramento da iniciativa &#8220;Expans\u00e3o e fortalecimento da cadeia produtiva de arroz em Minas Gerais, com foco em sustentabilidade e seguran\u00e7a alimentar&#8221;,\u00a0que busca expandir e diversificar a produ\u00e7\u00e3o para pequenos agricultores, com aplica\u00e7\u00e3o em merenda escolar e futura autossufici\u00eancia do gr\u00e3o, a\u00e7\u00e3o aprovada pela\u00a0<a href=\"http:\/\/www.fapemig.br\/pt\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.fapemig.br\/pt\/&amp;source=gmail&amp;ust=1772370946083000&amp;usg=AOvVaw2A3ETfK9iRVKy1FJ7J22YZ\">Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig)<\/a>.<\/p>\n<blockquote><p><strong>O &#8220;SemeArroz&#8221;\u00a0tem foco especial nas produ\u00e7\u00f5es no <a href=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/?cat=1\">Norte de Minas<\/a> e no <a href=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/?cat=16\">Vale do Jequitinhonha<\/a>. Somente em 2025, essas regi\u00f5es receberam quase 200 Unidades Demonstrativas de cultivo de arroz de sequeiro, das mais de 300 implantadas em todo o estado. A coordenadora dos trabalhos e pesquisadora da\u00a0Epamig, Janine Guedes, explica que o \u201cSemeArroz\u201d tem incentivado a agricultura familiar e o renascimento da cultura do gr\u00e3o em Minas Gerais. &#8220;Existe uma grande demanda pelo cultivo do cereal, especialmente, por agricultores familiares para atender \u00e0 Pol\u00edtica Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (Pnae)&#8221;, diz.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>&#8220;Junto com a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.emater.mg.gov.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.emater.mg.gov.br\/&amp;source=gmail&amp;ust=1772370946083000&amp;usg=AOvVaw20DPzsL8fxagPS7CfzCamH\">Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural de Minas Gerais (Emater-MG)<\/a>\u00a0e a Universidade Federal de Lavras (Ufla), trazemos as tecnologias de plantio e colheita para esses produtores&#8221;, afirma Janine Guedes. &#8220;Vamos at\u00e9 esses produtores, realizamos cursos, palestras, levamos sementes de cultivares comerciais bem aceitas no mercado, o adubo. Junto com eles, fazemos o plantio das Unidades Demonstrativas que ser\u00e3o acompanhadas durante o ciclo produtivo&#8221;.<\/p>\n<p>Ela acrescenta que o arroz vem complementar uma renda que o produtor j\u00e1 tem, al\u00e9m de ser uma cultura r\u00fastica e de f\u00e1cil adapta\u00e7\u00e3o. &#8220;O arroz tem uma necessidade baixa de aduba\u00e7\u00e3o e vai bem em \u00e1reas totalmente secas e tamb\u00e9m em \u00e1reas onde ocorrem alagamentos&#8221;, elucida a pesquisadora da\u00a0Epamig.<\/p>\n<blockquote><p><strong>&#8220;Al\u00e9m de fortalecer a seguran\u00e7a alimentar, o arroz traz renda adicional e impacta o meio ambiente. O cultivo de terras altas n\u00e3o tem uma grande necessidade de \u00e1gua e deixa uma palhada muito boa de cobertura de solo que pode ser usada no plantio de outras culturas&#8221;, destaca Janine Guedes.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>O projeto, inclusive, incentiva e orienta o plantio de hortas circulares ap\u00f3s a colheita do gr\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Incremento na produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em dezembro, Terezinha Cordeiro Rocha e Jos\u00e9 Maria Fernandes da Rocha receberam a equipe do projeto para a implanta\u00e7\u00e3o da Unidade Demonstrativa no munic\u00edpio de Veredinha, no Vale do Jequitinhonha. Na propriedade de menos de 1 hectare, o casal tem uma produ\u00e7\u00e3o diversificada para a subsist\u00eancia e fornecimento ao\u00a0Pnae.<\/p>\n<p>&#8220;A \u00e1rea aqui \u00e9 pequena, mas toda cultivada. Plantamos feij\u00e3o, milho, acerola, laranja, banana, cana-de-a\u00e7\u00facar e capim para a vaca leiteira. Criamos porcos e peixes, produzimos farinha e a rapadura que usamos para ado\u00e7ar o caf\u00e9. Tentamos cultivar de tudo e garantir uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel para a nossa fam\u00edlia&#8221;, revela\u00a0Terezinha, que\u00a0herdou o terreno da m\u00e3e e fica emocionada com a concretiza\u00e7\u00e3o de mais uma etapa.<\/p>\n<blockquote><p><strong>&#8220;N\u00e3o teremos mais que comprar arroz. Logo vamos comprar s\u00f3 o sal, que a gente n\u00e3o produz aqui. Muito obrigada a todos que vieram fazer essa planta\u00e7\u00e3o que era o meu sonho. Eu sempre quis plantar arroz aqui&#8221;, conta a agricultora Terezinha Cordeiro Rocha.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>A \u00e1rea para a implanta\u00e7\u00e3o das unidades demonstrativas do projeto varia entre 500 e 1.000 metros quadrados, sendo que em 500 metros \u00e9 poss\u00edvel obter entre 250 e 300 quilos de arroz.<\/p>\n<p>Nos dois \u00faltimos anos, somente com esses trabalhos, Minas saltou de 18\u00ba para 11\u00ba produtor do gr\u00e3o no Brasil. Dados da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.mg.gov.br\/agricultura\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.mg.gov.br\/agricultura&amp;source=gmail&amp;ust=1772370946083000&amp;usg=AOvVaw1TLvkK6eQ37glwR389EVNZ\">Secretaria de Estado de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa)<\/a>\u00a0indicam que a produ\u00e7\u00e3o do estado em 2024 foi de 88,7 mil toneladas.<\/p>\n<p>&#8220;As pesquisas j\u00e1 mostraram que o Norte de Minas e o Vale do Jequitinhonha t\u00eam muito potencial para arroz de sequeiro, uma alternativa muito vi\u00e1vel para aumento em \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o&#8221;, diz a pesquisadora Janine Guedes.<\/p>\n<p><strong>Pesquisa aplicada<\/strong><br \/>\nA identifica\u00e7\u00e3o dos agricultores e propriedades que recebem as Unidades Demonstrativas \u00e9 feita pelos escrit\u00f3rios locais da Emater-MG. &#8220;Aqui temos a demonstra\u00e7\u00e3o do encontro entre a pesquisa e a extens\u00e3o, com os resultados da pesquisa aplicados \u00e0 realidade do produtor&#8221;, comenta o coordenador regional de Culturas da Emater-MG em Capelinha, Jos\u00e9 Mauro de Azevedo.<\/p>\n<p><strong>Trabalho integrado<\/strong><br \/>\nJuntos,\u00a0Epamig, Emater-MG e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ima.mg.gov.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.ima.mg.gov.br\/&amp;source=gmail&amp;ust=1772370946083000&amp;usg=AOvVaw0_Og6iH-awMNXcJgzptWPL\">Instituto Mineiro de Agropecu\u00e1ria (IMA)<\/a>, sob coordena\u00e7\u00e3o da\u00a0Seapa, atuam no apoio ao produtor at\u00e9 a certifica\u00e7\u00e3o como um fator estrat\u00e9gico para agregar valor \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e ampliar acesso \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ima.mg.gov.br\/certificacao\/certifica-minas\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.ima.mg.gov.br\/certificacao\/certifica-minas&amp;source=gmail&amp;ust=1772370946083000&amp;usg=AOvVaw2E5TmQCzCE1e7HTZnQ37fQ\">Programa Certifica Minas<\/a>, que reconhece propriedades rurais que adotam boas pr\u00e1ticas ambientais, sociais e trabalhistas, produtores de arroz podem requerer as certifica\u00e7\u00f5es de Produtos Org\u00e2nicos e a certifica\u00e7\u00e3o S.A.T. (Sem agrot\u00f3xico). Interessados em aderir a essas certifica\u00e7\u00f5es podem buscar orienta\u00e7\u00e3o junto ao IMA, respons\u00e1vel pela certifica\u00e7\u00e3o dos produtos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8216;SemeArroz&#8217; estuda diversifica\u00e7\u00e3o da planta\u00e7\u00e3o do gr\u00e3o em locais mais secos e fortalece a agricultura familiar no estado Um projeto da\u00a0Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (Epamig)\u00a0tem desenvolvido estudos para expandir\u00a0o cultivo de arroz em terras altas,\u00a0diversificando o tipo de solo do gr\u00e3o, que estava mais presente em v\u00e1rzeas inundadas no estado. O projeto &#8220;SemeArroz&#8221;\u00a0\u00e9 um desdobramento da iniciativa &#8220;Expans\u00e3o e fortalecimento da cadeia produtiva de arroz em Minas Gerais, com foco em sustentabilidade e seguran\u00e7a alimentar&#8221;,\u00a0que busca expandir e diversificar a produ\u00e7\u00e3o para pequenos agricultores, com aplica\u00e7\u00e3o em merenda escolar e futura autossufici\u00eancia do gr\u00e3o, a\u00e7\u00e3o aprovada pela\u00a0Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). O &#8220;SemeArroz&#8221;\u00a0tem foco especial nas produ\u00e7\u00f5es no Norte de Minas e no Vale do Jequitinhonha. Somente em 2025, essas regi\u00f5es receberam quase 200 Unidades Demonstrativas de cultivo de arroz de sequeiro, das mais de 300 implantadas em todo o estado. A coordenadora dos trabalhos e pesquisadora da\u00a0Epamig, Janine Guedes, explica que o \u201cSemeArroz\u201d tem incentivado a agricultura familiar e o renascimento da cultura do gr\u00e3o em Minas Gerais. &#8220;Existe uma grande demanda pelo cultivo do cereal, especialmente, por agricultores familiares para atender \u00e0 Pol\u00edtica Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (Pnae)&#8221;, diz. &#8220;Junto com a\u00a0Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural de Minas Gerais (Emater-MG)\u00a0e a Universidade Federal de Lavras (Ufla), trazemos as tecnologias de plantio e colheita para esses produtores&#8221;, afirma Janine Guedes. &#8220;Vamos at\u00e9 esses produtores, realizamos cursos, palestras, levamos sementes de cultivares comerciais bem aceitas no mercado, o adubo. Junto com eles, fazemos o plantio das Unidades Demonstrativas que ser\u00e3o acompanhadas durante o ciclo produtivo&#8221;. Ela acrescenta que o arroz vem complementar uma renda que o produtor j\u00e1 tem, al\u00e9m de ser uma cultura r\u00fastica e de f\u00e1cil adapta\u00e7\u00e3o. &#8220;O arroz tem uma necessidade baixa de aduba\u00e7\u00e3o e vai bem em \u00e1reas totalmente secas e tamb\u00e9m em \u00e1reas onde ocorrem alagamentos&#8221;, elucida a pesquisadora da\u00a0Epamig. &#8220;Al\u00e9m de fortalecer a seguran\u00e7a alimentar, o arroz traz renda adicional e impacta o meio ambiente. O cultivo de terras altas n\u00e3o tem uma grande necessidade de \u00e1gua e deixa uma palhada muito boa de cobertura de solo que pode ser usada no plantio de outras culturas&#8221;, destaca Janine Guedes. O projeto, inclusive, incentiva e orienta o plantio de hortas circulares ap\u00f3s a colheita do gr\u00e3o. Incremento na produ\u00e7\u00e3o Em dezembro, Terezinha Cordeiro Rocha e Jos\u00e9 Maria Fernandes da Rocha receberam a equipe do projeto para a implanta\u00e7\u00e3o da Unidade Demonstrativa no munic\u00edpio de Veredinha, no Vale do Jequitinhonha. Na propriedade de menos de 1 hectare, o casal tem uma produ\u00e7\u00e3o diversificada para a subsist\u00eancia e fornecimento ao\u00a0Pnae. &#8220;A \u00e1rea aqui \u00e9 pequena, mas toda cultivada. Plantamos feij\u00e3o, milho, acerola, laranja, banana, cana-de-a\u00e7\u00facar e capim para a vaca leiteira. Criamos porcos e peixes, produzimos farinha e a rapadura que usamos para ado\u00e7ar o caf\u00e9. Tentamos cultivar de tudo e garantir uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel para a nossa fam\u00edlia&#8221;, revela\u00a0Terezinha, que\u00a0herdou o terreno da m\u00e3e e fica emocionada com a concretiza\u00e7\u00e3o de mais uma etapa. &#8220;N\u00e3o teremos mais que comprar arroz. Logo vamos comprar s\u00f3 o sal, que a gente n\u00e3o produz aqui. Muito obrigada a todos que vieram fazer essa planta\u00e7\u00e3o que era o meu sonho. Eu sempre quis plantar arroz aqui&#8221;, conta a agricultora Terezinha Cordeiro Rocha. A \u00e1rea para a implanta\u00e7\u00e3o das unidades demonstrativas do projeto varia entre 500 e 1.000 metros quadrados, sendo que em 500 metros \u00e9 poss\u00edvel obter entre 250 e 300 quilos de arroz. Nos dois \u00faltimos anos, somente com esses trabalhos, Minas saltou de 18\u00ba para 11\u00ba produtor do gr\u00e3o no Brasil. Dados da\u00a0Secretaria de Estado de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa)\u00a0indicam que a produ\u00e7\u00e3o do estado em 2024 foi de 88,7 mil toneladas. &#8220;As pesquisas j\u00e1 mostraram que o Norte de Minas e o Vale do Jequitinhonha t\u00eam muito potencial para arroz de sequeiro, uma alternativa muito vi\u00e1vel para aumento em \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o&#8221;, diz a pesquisadora Janine Guedes. Pesquisa aplicada A identifica\u00e7\u00e3o dos agricultores e propriedades que recebem as Unidades Demonstrativas \u00e9 feita pelos escrit\u00f3rios locais da Emater-MG. &#8220;Aqui temos a demonstra\u00e7\u00e3o do encontro entre a pesquisa e a extens\u00e3o, com os resultados da pesquisa aplicados \u00e0 realidade do produtor&#8221;, comenta o coordenador regional de Culturas da Emater-MG em Capelinha, Jos\u00e9 Mauro de Azevedo. 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