{"id":2223,"date":"2025-12-15T12:25:52","date_gmt":"2025-12-15T15:25:52","guid":{"rendered":"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/?p=2223"},"modified":"2025-12-15T20:21:22","modified_gmt":"2025-12-15T23:21:22","slug":"cultivar-de-cafe-recem-registrada-pelo-governo-de-minas-se-destaca-nas-lavouras-do-vale-do-jequitinhonha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/?p=2223","title":{"rendered":"Cultivar de caf\u00e9 Amarel\u00e3o se destaca nas lavouras do Vale do Jequitinhonha"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"text-subtitle\">Rec\u00e9m-registrada pela MGS Epamig, a cultivar Amarel\u00e3o \u00e9 tolerante \u00e0 seca e a algumas das principais doen\u00e7as da cultura, e tem sido premiada pela qualidade da bebida<\/h2>\n<figure id=\"attachment_2224\" aria-describedby=\"caption-attachment-2224\" style=\"width: 855px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2224\" src=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Amarelao_Foto_26t-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"855\" height=\"641\" srcset=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Amarelao_Foto_26t-300x225.jpg 300w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Amarelao_Foto_26t-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Amarelao_Foto_26t-768x576.jpg 768w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Amarelao_Foto_26t-640x480.jpg 640w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Amarelao_Foto_26t-1000x750.jpg 1000w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Amarelao_Foto_26t.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 855px) 100vw, 855px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2224\" class=\"wp-caption-text\">Mais resistente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, cultivar de caf\u00e9 rec\u00e9m-registrada se destaca nas lavouras do Vale do Jequitinhonha &#8211; Foto: Ant\u00f4nio Carlos Bai\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Como se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas a fim de manter a produ\u00e7\u00e3o e a qualidade do caf\u00e9, um dos produtos mais fortes de Minas e do Brasil? Uma resposta est\u00e1 na ci\u00eancia. Originada do cruzamento entre Catua\u00ed Amarelo IAC 30\u00a0e\u00a0H\u00edbrido de Timor UFV 445-46, a cultivar MGS Epamig Amarel\u00e3o se caracteriza pela produtividade, toler\u00e2ncia \u00e0 seca e resist\u00eancia \u00e0 ferrugem. O registro se deu em novembro deste ano.<\/p>\n<p>Especialmente na regi\u00e3o do <a href=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/?cat=16\">Vale do Jequitinhonha<\/a>, a cultivar tem chamado aten\u00e7\u00e3o pela precocidade e pela qualidade final da bebida. O caf\u00e9 produzido pela Fazenda Sequoia, em Angel\u00e2ndia, inclusive j\u00e1 foi premiado na regi\u00e3o da Chapada de Minas e alcan\u00e7ou elevada pontua\u00e7\u00e3o em concursos nacionais e internacionais.<\/p>\n<p>&#8220;Os concursos s\u00e3o o nosso term\u00f4metro, uma chancela de qualidade. A cultivar surpreende pela qualidade da bebida, que une o frutado, o floral e a acidez. J\u00e1 conquistamos quatro pr\u00eamios com o caf\u00e9 Amarel\u00e3o&#8221;, afirma Rodrigo Crimaudo Mendes, gerente da propriedade, que tem como foco a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel de caf\u00e9s especiais.<\/p>\n<p><strong>Melhoramento participativo<\/strong><\/p>\n<p>Resultado de mais de quatro d\u00e9cadas de pesquisas do Programa de Melhoramento do Cafeeiro conduzido pela\u00a0<a href=\"https:\/\/www.epamig.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.epamig.br\/&amp;source=gmail&amp;ust=1765898338660000&amp;usg=AOvVaw1N6e9kT_QHUWSB4niVCuqa\">Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais\u00a0(Epamig-MG)<\/a>, em parceria com a Embrapa Caf\u00e9 e a\u00a0Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV), a cultivar MGS Epamig Amarel\u00e3o se destacou pela produtividade em um per\u00edodo de elevado d\u00e9ficit h\u00eddrico no Vale do Jequitinhonha.<\/p>\n<p>O processo que come\u00e7ou nos campos da Epamig e da UFV, evoluiu para testes que avaliaram as plantas quanto ao desempenho produtivo, resist\u00eancia \u00e0 ferrugem, ao nematoide da esp\u00e9cie\u00a0<em>Meloidogyne exigua<\/em>, e para as caracter\u00edsticas dos gr\u00e3os nas unidades da empresa em S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Para\u00edso, Machado e Patroc\u00ednio.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u201cAp\u00f3s algumas gera\u00e7\u00f5es, foi feito um experimento na propriedade do Ismair Alves Campos, em Capelinha. Por volta de 2014, ocorreu uma seca severa na regi\u00e3o e as prog\u00eanies da cultivar Amarel\u00e3o se mostraram menos afetadas pela restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica e elevadas temperaturas, mantendo-se vigorosas e produtivas\u201d, detalha o pesquisador da Epamig Vin\u00edcius Teixeira Andrade.\u00a0<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Esse fator fez com que outros produtores se interessassem pelo cultivo. \u201cCabe mencionar que eles fizeram um belo trabalho na sele\u00e7\u00e3o dessas plantas, o que \u00e9 um exemplo de melhoramento participativo, no qual os cafeicultores atuam decisivamente na escolha das prog\u00eanies que ser\u00e3o plantadas\u201d, avalia.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u201cAs cultivares s\u00e3o uma tecnologia que demoram v\u00e1rios anos para serem\u00a0desenvolvidas. O melhoramento consiste no acompanhamento e na reprodu\u00e7\u00e3o das diferentes gera\u00e7\u00f5es da linhagem em diferentes condi\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1ticas\u201d, prossegue o pesquisador.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>\u201cEu visitei a lavoura no primeiro ano, que foi um ano muito seco. Uma lavoura de terra \u00e1cida, que deu uma safra maravilhosa. A informa\u00e7\u00e3o foi se espalhando por diferentes m\u00eddias. Eu, inclusive, plantei e fiquei muito satisfeito. \u00c9 uma cultivar que vem surpreendendo pela produtividade, qualidade e precocidade\u201d, afirma o cafeicultor S\u00e9rgio Meirelles Filho, do munic\u00edpio de Aricanduva.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2225\" aria-describedby=\"caption-attachment-2225\" style=\"width: 914px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-2225\" src=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sergio-Meireles-300x207.jpg\" alt=\"\" width=\"914\" height=\"631\" srcset=\"https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sergio-Meireles-300x207.jpg 300w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sergio-Meireles-768x531.jpg 768w, https:\/\/portalgrandenorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sergio-Meireles.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 914px) 100vw, 914px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2225\" class=\"wp-caption-text\">Produtor S\u00e9rgio Meirelles &#8211; Foto: Epamig \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Na Fazenda Sequoia, o plantio da MGS Epamig Amarel\u00e3o come\u00e7ou em 2021. \u201cO produtor tem necessidade, ansiedade e ao saber de algo que est\u00e1 dando certo, quer testar tamb\u00e9m\u201d, conta Rodrigo Crimaudo, acrescentando que, atualmente a propriedade tem uma \u00e1rea plantada de, aproximadamente, 17 hectares da cultivar e planos de expandir para 50 hectares.<\/p>\n<p><strong>Novas avalia\u00e7\u00f5es\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>\u201cApesar de termos a informa\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 mais de 5 milh\u00f5es de plantas da cultivar no Vale do Jequitinhonha, n\u00e3o temos dados concretos em outras regi\u00f5es\u201d, informa Vin\u00edcius Andrade, ressaltando a import\u00e2ncia da avalia\u00e7\u00e3o em diferentes condi\u00e7\u00f5es de solo, clima, altitude, latitude, espa\u00e7amento e em sistemas produtivos de sequeiro e irrigados.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u201cEm ambientes onde j\u00e1 tivemos quatro colheitas a produtividade foi superior a 50 sacas. Agora, as avalia\u00e7\u00f5es do desempenho em campo ser\u00e3o expandidas para dar mais robustez e precis\u00e3o \u00e0s nossas recomenda\u00e7\u00f5es\u201d, finaliza o pesquisador.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rec\u00e9m-registrada pela MGS Epamig, a cultivar Amarel\u00e3o \u00e9 tolerante \u00e0 seca e a algumas das principais doen\u00e7as da cultura, e tem sido premiada pela qualidade da bebida Como se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas a fim de manter a produ\u00e7\u00e3o e a qualidade do caf\u00e9, um dos produtos mais fortes de Minas e do Brasil? Uma resposta est\u00e1 na ci\u00eancia. Originada do cruzamento entre Catua\u00ed Amarelo IAC 30\u00a0e\u00a0H\u00edbrido de Timor UFV 445-46, a cultivar MGS Epamig Amarel\u00e3o se caracteriza pela produtividade, toler\u00e2ncia \u00e0 seca e resist\u00eancia \u00e0 ferrugem. O registro se deu em novembro deste ano. Especialmente na regi\u00e3o do Vale do Jequitinhonha, a cultivar tem chamado aten\u00e7\u00e3o pela precocidade e pela qualidade final da bebida. O caf\u00e9 produzido pela Fazenda Sequoia, em Angel\u00e2ndia, inclusive j\u00e1 foi premiado na regi\u00e3o da Chapada de Minas e alcan\u00e7ou elevada pontua\u00e7\u00e3o em concursos nacionais e internacionais. &#8220;Os concursos s\u00e3o o nosso term\u00f4metro, uma chancela de qualidade. A cultivar surpreende pela qualidade da bebida, que une o frutado, o floral e a acidez. J\u00e1 conquistamos quatro pr\u00eamios com o caf\u00e9 Amarel\u00e3o&#8221;, afirma Rodrigo Crimaudo Mendes, gerente da propriedade, que tem como foco a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel de caf\u00e9s especiais. Melhoramento participativo Resultado de mais de quatro d\u00e9cadas de pesquisas do Programa de Melhoramento do Cafeeiro conduzido pela\u00a0Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais\u00a0(Epamig-MG), em parceria com a Embrapa Caf\u00e9 e a\u00a0Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV), a cultivar MGS Epamig Amarel\u00e3o se destacou pela produtividade em um per\u00edodo de elevado d\u00e9ficit h\u00eddrico no Vale do Jequitinhonha. O processo que come\u00e7ou nos campos da Epamig e da UFV, evoluiu para testes que avaliaram as plantas quanto ao desempenho produtivo, resist\u00eancia \u00e0 ferrugem, ao nematoide da esp\u00e9cie\u00a0Meloidogyne exigua, e para as caracter\u00edsticas dos gr\u00e3os nas unidades da empresa em S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Para\u00edso, Machado e Patroc\u00ednio. \u201cAp\u00f3s algumas gera\u00e7\u00f5es, foi feito um experimento na propriedade do Ismair Alves Campos, em Capelinha. Por volta de 2014, ocorreu uma seca severa na regi\u00e3o e as prog\u00eanies da cultivar Amarel\u00e3o se mostraram menos afetadas pela restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica e elevadas temperaturas, mantendo-se vigorosas e produtivas\u201d, detalha o pesquisador da Epamig Vin\u00edcius Teixeira Andrade.\u00a0 Esse fator fez com que outros produtores se interessassem pelo cultivo. \u201cCabe mencionar que eles fizeram um belo trabalho na sele\u00e7\u00e3o dessas plantas, o que \u00e9 um exemplo de melhoramento participativo, no qual os cafeicultores atuam decisivamente na escolha das prog\u00eanies que ser\u00e3o plantadas\u201d, avalia. \u201cAs cultivares s\u00e3o uma tecnologia que demoram v\u00e1rios anos para serem\u00a0desenvolvidas. O melhoramento consiste no acompanhamento e na reprodu\u00e7\u00e3o das diferentes gera\u00e7\u00f5es da linhagem em diferentes condi\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1ticas\u201d, prossegue o pesquisador. \u201cEu visitei a lavoura no primeiro ano, que foi um ano muito seco. Uma lavoura de terra \u00e1cida, que deu uma safra maravilhosa. A informa\u00e7\u00e3o foi se espalhando por diferentes m\u00eddias. Eu, inclusive, plantei e fiquei muito satisfeito. \u00c9 uma cultivar que vem surpreendendo pela produtividade, qualidade e precocidade\u201d, afirma o cafeicultor S\u00e9rgio Meirelles Filho, do munic\u00edpio de Aricanduva. Na Fazenda Sequoia, o plantio da MGS Epamig Amarel\u00e3o come\u00e7ou em 2021. \u201cO produtor tem necessidade, ansiedade e ao saber de algo que est\u00e1 dando certo, quer testar tamb\u00e9m\u201d, conta Rodrigo Crimaudo, acrescentando que, atualmente a propriedade tem uma \u00e1rea plantada de, aproximadamente, 17 hectares da cultivar e planos de expandir para 50 hectares. Novas avalia\u00e7\u00f5es\u00a0 \u201cApesar de termos a informa\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 mais de 5 milh\u00f5es de plantas da cultivar no Vale do Jequitinhonha, n\u00e3o temos dados concretos em outras regi\u00f5es\u201d, informa Vin\u00edcius Andrade, ressaltando a import\u00e2ncia da avalia\u00e7\u00e3o em diferentes condi\u00e7\u00f5es de solo, clima, altitude, latitude, espa\u00e7amento e em sistemas produtivos de sequeiro e irrigados. \u201cEm ambientes onde j\u00e1 tivemos quatro colheitas a produtividade foi superior a 50 sacas. 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